A abstracção oferece vˆhrias leituras ao indivˆqduo e essa ˆm a escola que mais parece marcar o trabalho de Balajadia.

Cuidadosamente organizadas, as formas são pouco angulares e lembram labirintos, onde andam perdidos os filipinos: ¡§O povo não sabe quem ˆm. A criatividade não estˆh nas mãos da classe mˆmdia e baixa, que luta pela sua sobrevivˆ§ncia. São os influentes que produzem arte nas Filipinas. Esta não traduz a verdade¡¨.

Para jˆh, garante ter cumprido parte da sua missão atravˆms da poesia de ¡§Parnaso¡¨ e ¡§Farol¡¨, os dois livros publicados por este licenciado em Filosofia, que frequentou ainda um curso de ciˆ§ncia polˆqtica. O desenho e a pintura, esses, ainda estão por explorar devidamente.

Mas o caminho estˆh a ser percorrido e Balajadia espera um dia que os seus quadros possam dar voz ao grito mudo do seu povo, os filipinos: ¡§Quero lembrar-me sempre do meu paˆqs e não estou sozinho¡¨.